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Bancada evangélica Atos 5.29-b: Mais, importa obedecer a Deus do que aos homens.

MATEUS 3.2.b: É chegado o Reino de Deus na Terra.
Lucas 12.31.a: Buscai, pois, em primeiro lugar, o Reino de Deus.


“... é chegado o Reino dos Céus...”. Um ordenamento para cristãos. Uma ordem especial de Deus a ser estabelecida na Terra, independente de qualque outro governo. É Reino dos Céus porque sua origem, seus propósitos e seu Rei (Governante) são de origem e orientação Divina.
Esse Reino será expressamente dirigido por Deus, na Terra, através de Cristo Jesus.
Bancada evangélica

A DEUS O QUE É DE CÉSAR
REVISTA VEJA EDIÇÃO 2633 08/05/19 PÁGINAS 38 E SEGUINTES.

Integrada a um governo (terreno) que apóia suas pautas principais a bancada evangélica na Câmara dos Deputados mostra ambições mais amplas, que não se limitam ao terreno moral. Acrescento ao final da frase: que não se limitam ao terreno espiritual. Toda quarta-feira 8 horas o plenário 6 da Câmara Deputados se converte em igreja. Com a Bíblia nas mãos, parlamentares e assesores, alguns acompanhados das esposas, agrupam-se para o “culto devocional”. Religião e poder (terreno) dão-se as mãos. Significado âmbito religioso, devocional é o período de tempo que uma pessoa separa para se dedicar à Deus, ou seja, fazer orações, agradecimentos, leituras e discussões sobre a Bíblia. O culto de 27/03/19, por exemplo, começou com aleluias e glórias ao Senhor, enquanto a deputada e cantora gospel puxava o louvor com seu violão. O deputado e pastor, (Partido Patriota-PE), capelão da bancada evangélica, fez a pregação do dia. Depois, uma questão mundana se impôs: escolha novo líder da Frente Parlamentar Evangélica, composta hoje de 120 parlamentares ativos, um recorde desde a sua fundação, em 2002: muito maior do que qualquer partido político no Congresso Nacional. Nunca houve votação para o posto de líder da frente religiosa: após discussões por vezes ásperas... (PRB-AM) foi saudado por aclamação. Há diferenças e divisões na frente, mas a unidade ação da bancada, nesta legislatura, vem amparada por uma convicção renovada na força política que o eleitorado evangélico demonstrou: foram os evangélicos que proporcionalmente, mais sustentaram eleição do atual presidente. Um só corpo de Deputados celebram a Santa Ceia: Está escrito na revista.

1 Samuel 8.4-20:
Então os líderes de Israel (povo escolhido por Deus) se reuniram e foram falar com Samuel, em Ramá. Eles disseram: Olhe! Você já está ficando velho, e seus filhos não seguem seu exemplo. Por isso, queremos que nos arranje um rei para nos governar, como acontecem aos outros países.
“... seus filhos não seguem seu exemplo...”. Aceitavam suborno e pervertiam o direito. Os filhos de Samuel corromperam seus próprios ofícios: indignando a Justiça Divina. Ningúem podia chegar à corte chefiada por eles e ter certeza de um correto julgamento. Quem tinha dinheiro, era sempre aquele que vencia a disputa. Naturalmente, esses vícios continuam nos dias de hoje, as pessoas sempre esperam que a política resolva seus problemas, e sempre se desapontam porque isso não acontece. Os líderes diziam: fostes um bom Juíz, mas, teus filhos por certo não o são. Essa questão dos teus filhos precisa terminar, porque a roubalheira continua. “Dá-nos um Rei”. Mas esse não foi um bom argumento. Diziam. Como todas as nações têm os seus Governantes. Ser igual a outras nações, especialmente os pagãos, era algo que Samuel foi contra com vigor. Israel nada ganharia se imitasse outras nações. 6- Samuel não gostou do pedido deles. Então orou a Deus, o Senhor. Então, Samuel se desagradou diante da questão de um governo terreno e submeteu-a a Deus, o Senhor, antes de dar uma resposta. O tema era repulsivo a Samuel, repugnante, pois se um governo terreno fosse estabelecido, seria o fim da submissão ao governo de Deus, deixariam de lado o próprio Reino Deus, afastando-se do Governo do Senhor. Assim, apesar do movimento parecer bom, em sentido espiritual a nação de Israel acabaria perecendo. “...Samuel orou ao Senhor...”. Há momentos em que um homem crente não sabe nada sobre a orientação divina. Como Decidir! Muitas das vezes tomamos decisões lógicas, condicionadas pelas circunstâncias. Mas, sempre devemos buscar orientação superior para as grandes decisões. Josefo exprime que Samuel não conseguia dormir, tão perturbado ficou com a questão; passando a noite inteira mergulhado em oração. Tiago 5.16: “Muito pode, por sua eficácia, produzir determinado efeito, a súplica do justo”. 7- Disse o Senhor a Samuel: Atenda ao pedido do povo. Não é só a você que eles rejeitaram, eles recusaram a Mim como seu Deus e Rei. Então, foi assim que o Senhor concedeu permissão, contrariado, para que fosse estabelecido um governo terreno, não porque Ele pensou que isso seria o melhor para Israel, a política terrena, mas porque as realidades espirituais tinham perdido sua unidade, sua essência diante do Senhor. Os governantes também seriam maus, pervertendo o julgamento, mas Israel teria de vivenciar esse período. A vida política e a religiosa de Israel seriam separadas pela monarquia, algo reprovável, e, tal separação era contrária ao ideal da nação santa. 8- Desde que Eu os trouxe do Egito, eles sempre me têm abandonado, adorando a outros deuses. Agora estão fazendo com você o que sempre fizeram Comigo.
A idolatria era uma força constante entre o povo de Israel. E, agora em concordância com isso, o Rei Yahweh (nome do Senhor Deus em hebraico) teve de ser substituído pelo rei Saul, miserável substituição, para se dizer no mínimo. O desprazer de Samuel diante da proposta de um governo humano se deparou com a seguinte realidade: Ele percebeu o que aconteceria se o povo prestasse lealdade a um governo humano – nosso caso da Bancada Evangélica – que passaria a ser uma regra, um modelo de governo de homens, em vez de aceitar o Senhor como Rei. 9- Portanto, atenda ao pedido deles; mas, avise a essa gente, explicando com toda a clareza como o governante terreno irá tratá-los. Então, a permissão não foi dada sem uma repreensão. O rei não seria assim tão abençoado. Os versículos 11 e sguintes fornecem uma longa lista de coisas desagradáveis que o governante iria exigir do povo. Filhos seriam mortos nas guerras, haveria o serviço obrigatório, perda de liberdade, impostos pesados.
Todos teriam de carregar pesados fardos. Em outras palavras, tamanha carga representando enormes obrigações para com o estado, causando incômodo e opressão, tal como aconte em nossos dias no atual mundo, visível em tempo real para todas as pessoas. O mundo ao afastar-se do Deus Altíssimo dá lugar 2 Coríntios 4.4.a: a outros deuses estranhos. Ellicott diz: “Vemos aqui quão tristemente possível era para o homem, no exercício de sua liberdade – livre arbítro – corromper a gloriosa obra arranjada para ele por seu Deus”... Chegamos ter uma visão do lamentável sentimento de tristeza do Criador, quanto à perversa tolice de suas criaturas. 10- Então Samuel explicou ao povo tudo o que o Senhor lhe tinha dito. Mas o povo prontamente repeliu as advertências. E como vemos acontecimentos drásticos acontecem até hoje como foram previstos. Terem filhos de Israel um rei humano seria pura opressão e perdas. Uma monarquia humana, mesmo generosa, representa perda de liberdade, e a liberdade é o prazer mais precioso dum povo. A questão toda envolvia um mau negócio; e a história posterior até nossos dias, de Israel, assim prova; mas o povo de Israel estava cego por aquilo que “outras nações possuiam”. NB: As profecias de Samuel a respeito das maldades dos governantes e déspotas chegam aos nossos dias. Que há de mais opressivo que o governo? O Estado torna-se por demais organizado e por demais poderoso para dominar o povo, dia após dia, mediante seus decretos. O povo passa a existir para o governo e suas corrupções, em vez de o governo existir para servir o povo. Samuel advertiu o povo de que o governo de homens estenderia suas mãos e tomaria o que era de todos. 11- Ele disse: Os governantes os tratarão assim: tomará os filhos de vocês para serem soldados, porá alguns para servirem nos seus carros e tanques de guerras, outras na cavalaria e outros para correrem adiante dos carros. Tirania e Perversão contra o povo. Este será o direito do rei que houver de reinar sobre vós. O tal governante haveria de primeiramente de tirar os filhos do povo e ensinar-lhes a guerrear. Ele imitaria as nações e multiplicaria cavalos e carros de guerra; procurando ter um exército mais poderoso, mais bem equipado, e assim sendo destruiria a vida dos filhos de Israel em sua vontade louca de guerrear. Haveria guerras contínuas e rumores de guerras. O povo existiria básicamente para fazer guerras. A antiga vida pastoral desaparecia. 12- Colocará alguns deles como oficiais encarregados de mil soldados e outros encarregados de cinquenta. Os seus filhos terão de cultivar as terras dos governantes, suas equipes e funcionários, fazer suas colheitas e fabricar suas armas e equipamentos para os seus carros de guerras. Exércitos mais bem organizados permitiriam ao rei obter sucesso nas guerras. Os filhos de Israel que não fossem enviados à guerra seriam postos a trabalhar nas fazendas coletivas dos governantes, preparando a terra, semeando e colhendo para eles, a fim de manterem seu elevado estilo de vida. Enquanto isso, em casa, os pais idosos, tentariam fazer funcionar as fazendas da família sem ajuda adequada; os filhos estariam “la fora” servindo aos governantes em suas gigantescas fazendas. A família real viveria no luxo, e a pobreza do povo haveria de aumentar. Os filhos que não trabalhassem nas fazendas, nem fossem enviados às batalhas, aprenderiam a fazer instrumentos de guerra. O governo teria uma gigante força trabalhadora que aprenderia todas as formas de trabalho, uma máquina opressora que acabaria consumindo tudo. Bem dos versículos 13-17 leia e tire suas conclusões. 18- Então naquele dia clamareis por causa do vosso governante, que vós houverdes escolhido; mas o Senhor não vos ouvirá naquele dia. O clamor do desespero. Oprimidos por tiranos, o povo permaneceria castigado por estrangeiros. Ellicott escreveu: “Até que o cálice da iniquidade se encheu, e Israel foi levado cativo para sempre, para fora de suas terras”. Estavam advertidos por Samuel. 19- Mas, o povo não se importou com o aviso de Samuel. Pelo contrário disseram: Queremos um Rei.
O povo ouviu a longa lista de advertências. O povo ouviu o grande profeta predizer desastres. Ouviu, mas não deram ouvidos. Continuaram a exigir um rei. É próprio da natureza humana não se deixar convencer quando a mente dos indivíduos já está dominada pelos espíritos malignos. O insensato não escuta razão; a perversão não se transforma mediante advertências, conselhos. Os anciãos conduziriam Israel a um caminho temível, não por ignorância, mas de maneira voluntária e teimosa. Eles sabiam que Samuel era Profeta, e nenhuma de suas palavras jamais ficaria sem cumprimento (ver 1 Samuel 3.19-21:). Naquela ocasião, eles ignoraram as advertências de Samuel e persistiram em sua obstinação. 20- Queremos ser como as outras nações: queremos ter um rei para nos governar, para nos dirigir na guerra e lutar em nossas batalhas. “SIC”. Os anciãos permaneceram com Samuel até ele dar a resposta final e daí partiram para vários lugares. Obtiveram a resposta que queriam ouvir, por terem forçado Samuel a concordar com eles. Mas foram apropriadamente advertidos de que estavam embarcando em um curso desastroso. Samuel era homem de grande poder em Israel, e sua “aprovação” era necessária para substituir o Governo de Deus pelo poder de um governo de homens. A ele caberia ungir o rei e, então, a transição estaria completa.

Bancada evangélica
Atos 5.29-b: Mais, importa obedecer a Deus do que aos homens.


Os seguidores de Cristo não podem fazer outra coisa, a serviço no mundo, a não ser anunciar a Cristo Jesus, posto que em seu entendimento espiritual não possa haver dúvidas a favor dessa necessidade/obediência.
Não estamos falando em desobediência a governantes.
Marcos 12.17: Então Jesus lhes disse: "Dêem a César o que é de César e a Deus o que é de Deus". Jesus manda que respeitemos as leis humanas. Se Cristo Jesus não ultrapassava essas leis, como podemos supor que podemos nós fazê-lo? Porque Pastores, Bispos, Presbisteros introduziram-se na política? Transcrevo uma mensagem que se encontra disponível na Internet: © Copyright 2002-2019 Got Questions Ministries. Todos os direitos reservados, a respeito e com o seguinte título:
Como deve um cristão lidar com a política?
Resposta: Se existe alguma coisa que vai desencadear um debate espontâneo, ou talvez uma verdadeira briga, é uma discussão que envolve política – até mesmo entre os cristãos. Como seguidores de Cristo, quais devem ser as nossas atitudes e envolvimento com a política? Tem sido dito que "religião e política não se misturam" – será que isso é realmente verdade? Podemos ter aptidões políticas fora das considerações da nossa fé cristã? A resposta é não, não podemos. A Bíblia nos dá duas verdades sobre a nossa postura em relação à política e governo. A primeira verdade é que a vontade de Deus penetra e suplanta todos os aspectos da vida. A vontade de Deus é o que tem precedência sobre tudo e todos. Os planos e propósitos de Deus são fixos, e a Sua vontade é inviolável. Ele realizará a Sua vontade, a qual nenhum governo pode contrariar. Na verdade, é Deus quem "remove governantes e estabelece governos" porque o "Altíssimo tem domínio sobre o reino dos homens; e o dá a quem quer". Um entendimento claro desta verdade vai nos ajudar a ver que a política é apenas um método que Deus usa para realizar a Sua vontade. Apesar de homens maus abusarem do seu poder político por terem uma intenção perversa, Deus o usa para o bem, trabalhando “para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito”. Segundo, devemos compreender o fato de que qualquer governo não pode nos salvar! Só Deus pode. Nunca lemos no Novo Testamento sobre Jesus ou qualquer um dos apóstolos gastando qualquer tempo ou energia em ensinar os crentes a reformar o mundo pagão de suas práticas idólatras, imorais e corruptas através da política. Os apóstolos nunca convidaram os crentes a demonstrar desobediência civil e protestar contra as leis injustas ou esquemas brutais do Governo. Em vez disso, os apóstolos ordenaram os cristãos do primeiro século, assim como nós hoje, a proclamar o evangelho e viver vidas que dão evidência clara do poder transformador do Evangelho. Não há dúvida de que a nossa responsabilidade ao governo é obedecer às leis e sermos bons cidadãos (Romanos 13:1-2). Deus estabeleceu toda a autoridade e Ele faz isso para o nosso benefício, "para louvor dos que praticam o bem" (1 Pedro 2:13-17). Paulo nos diz em Romanos 13.1-8: que é responsabilidade do governo exercer autoridade sobre nós - espero que para o nosso bem - coletar impostos e manter a paz. Onde temos uma voz e podemos eleger nossos líderes, devemos exercer esse direito através do voto para aqueles cujos pontos de vista mais se parecem com os nosso. Um dos mais grandiosos enganos de Satanás é que podemos descansar a nossa esperança por moralidade cultural e vida piedosa em políticos e funcionários governamentais. A esperança por mudança de uma nação não se encontra nos líderes de qualquer país dominante. A igreja tem feito um erro se pensa que é o dever dos políticos defender, avançar e proteger as verdades bíblicas e valores cristãos. O propósito original da igreja, dado por Deus, não se encontra em ativismo político. Em nenhum lugar na Bíblia temos o comando de gastar nossa energia, nosso tempo ou nosso dinheiro em assuntos governamentais. A nossa missão não reside na mudança da nação através de uma reforma política, mas na mudança de coração através da Palavra de Deus. Quando os crentes acham que o crescimento e a influência de Cristo podem de alguma forma se aliar com a política do governo, eles corrompem a missão da igreja. O nosso mandato cristão é espalhar o evangelho de Cristo e pregar contra os pecados do nosso tempo. Só à medida que os corações dos indivíduos em uma cultura são alterados por Cristo é que a política começa a refletir essa mudança. Os crentes de todas as épocas têm vivido, e até florescido, sob governos antagônicos, repressivos e pagãos. Isso era especialmente verdadeiro sobre os crentes do primeiro século que, sob-regimes políticos impiedosos, sustentaram a sua fé sob imenso estresse cultural. Entendiam que eles, e não os governos eram a luz do mundo e sal da terra. Aderiram ao ensinamento de Paulo de obedecer aos seus governantes, até mesmo honrar, respeitar e orar por eles (Romanos 13:1-8). Mais importante, entenderam que, como crentes, a sua esperança residia na proteção que apenas Deus fornece. O mesmo vale para nós hoje. Quando seguimos os ensinamentos das Escrituras, nós nos tornamos a luz do mundo, como Deus planejou que fôssemos (Mateus 5.16): As entidades políticas não são o salvador do mundo. A salvação de toda a humanidade tem sido manifestada em Jesus Cristo. Deus sabia que o nosso mundo precisava de salvação muito antes de qualquer governo nacional ter sido fundado. Ele mostrou ao mundo que a redenção não poderia ser realizada através do poder do homem, sua força econômica, força militar ou política. Mateus 5.16: Assim brilhe a luz de vocês diante dos homens, para que vejam as suas boas obras e glorifiquem ao Pai de vocês, que está nos céus. Não será através da política ou no palanque duma bancada evangélica, que o cristão poderá ter aceitação de Deus para fazer o que está determinado, ele fazer, em prol do Reino de Cristo Jesus. A luz do cristão deve ser constante como a luz de uma lâmpada, porque sem esse tipo de luz não haveria brilho no mundo, e nem mesmo na casa de Deus. A luz dos crentes são as suas obras espirituais e não mundanas políticas. Essas obras redundam em glória para Deus. Remover essa luz e entrar nas atuais trevas da política é retirar a glória de Deus no mundo, e, isso, é algo seríssimo que todo cristão, seja qual o seu dom espiritual deve refletir, antes de tomar decisões em prol dos reinos do mundo. 1 João 5.19: “Somos de Deus e que todo o mundo está no Diabo”.
Mateus 6.24; Ninguém pode servir a dois senhores, há de odiar a um e amar o outro!....

Lucas 16.13: “ou há de se dedicar a um e menosprezar o outro”.

Dupla personalidade: uma alma dividida é uma alma enferma, desviada de seu caráter espiritual, cercada por apreensões, ocupada. Cristãos assim vivem numa dupla lealdade. Têm um Deus no domingo, e outro deus na segunda-feira. Pouco ou nada percebem que estão convidando espíritos que estão afetando a consciência do próprio “eu” dessa pessoa. O homem que cuida das coisas espirituais procura apenas um tesouro, isto é, o tesouro dos céus. O cristão seja pastor... tal como os descrentes, estarão empenhados ao buscararem na política fama, poder e dinheiro. A natureza humana não é capaz – não existe espaço pra isso – de servir totalmente, com todas as forças, ao mesmo tempo ao que é espiritual e ao que é carnal. O homem em algum momento terá de escolher qual senhor prefere. “... não podeis servir ao Senhor Deus ou a algo que possas confiar...” A algo que essa pessoa possa confiar? Como objeto de fé e confiança. Aqui o sentido é a política como seu novo senhor. Deus e a politica! Não podem andar juntos! Jesus usou a palavra personificada, a fim de indicar o deus das riquezas carnais em comparação com o Senhor Deus dos Céus, que possui as verdadeiras riquezas e que quer conferí-las a homens que vivam de conformidade com as suas regras. É impossível um homem servir a dois deuses! Precisamos respeitar os direitos de propriedade de Deus – a própria pessoa – e, para fazer isso é necessário que percebamos que é impossível servirmos também a Satanás. Responda-me porque pastores bispos mestres e outros cristãos servem à política? Por qual razão usar a bancada da igreja para votar em seus aliados? 1 João 2.15-16: Deixem de amar este mundo mau e tudo o que ele lhes oferece, quando vocês se dedicam a estas coisas mostram que realmente não amam a Deus; porque todas estas coisas mundanas, estes maus desejos, a ambição, a política, o poder terreno, tudo o que atrai vocês e o orgulho que resulta da riqueza e do prestígio mundano não provêm de Deus, e sim do próprio mundo pecaminoso.
Pergunta: "Como Satanás é o deus deste mundo (2 Coríntios 4:4)?"
https;//www.gotquestions.org/Portugues/Satanadeus-desse-mundo-htm/
Resposta: A frase "deus deste mundo" (ou "deus deste século") indica que Satanás é a maior influência sobre os ideais, opiniões, metas, desejos e pontos de vista da maioria das pessoas. Sua influência também abrange filosofias, educação e comércio mundiais, regimes de governo. Os pensamentos, ideias, especulações e falsas religiões do mundo estão sob o seu controle e surgiram a partir de suas mentiras e enganos. Satanás também é chamado de "príncipe das potestades do ar" em Efésios 2.2: Ele é o "príncipe deste mundo" em João 12.31: Esses títulos e muitos outros representam as capacidades de Satanás. Dizer, por exemplo, que Satanás é o "príncipe das potestades do ar" significa que, de alguma forma, ele governa o mundo e as pessoas. Isso não quer dizer que ele governa o mundo completamente; Deus ainda é soberano. Entretanto, significa que Deus, em Sua infinita sabedoria, permitiu que Satanás operasse neste mundo dentro dos limites que Deus estabeleceu para ele. Quando a Bíblia diz que Satanás tem poder sobre o mundo, devemos nos lembrar de que Deus deu a ele domínio apenas sobre os incrédulos. Os crentes não estão mais sob o domínio de Satanás (Colossenses 1.13:). Os incrédulos, por outro lado, estão presos "no laço do diabo" (2 Timóteo 2:26:), encontram-se no "poder do maligno" (1 João 5:19:) e são escravos de Satanás (Efésios 2:2:). Assim, quando a Bíblia diz que Satanás é o "deus deste mundo", ela não está dizendo que ele tem autoridade máxima. Está transmitindo a ideia de que Satanás governa o mundo descrente de uma maneira específica. Em 2 Coríntios 4.4:, o descrente segue a agenda de Satanás: "o deus deste século que cega os entendimentos dos incrédulos, para que lhes não resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, o qual é a imagem de Deus". O esquema de Satanás inclui a promoção de falsas filosofias no mundo - filosofias que cegam o incrédulo para a verdade do Evangelho. As filosofias de Satanás são as fortalezas nas quais as pessoas são presas, e elas devem ser libertas por Cristo. Um exemplo de tal filosofia falsa é a crença de que o homem possa ganhar o favor de Deus por um determinado ato ou atos. Em quase todas as religiões falsas, merecer o favor de Deus ou ganhar a vida eterna é um tema predominante. Ganhar a salvação pelas obras, no entanto, é contrário à revelação bíblica. O homem não pode trabalhar para ganhar o favor de Deus; a vida eterna é um dom gratuito (ver Efésios 2.8-9:). E esse dom gratuito está disponível por meio de Jesus Cristo e só por Ele (João 3.16:; 14.6:). Você pode perguntar por que a humanidade não simplesmente recebe o dom gratuito da salvação (João 1.12:). A resposta é que Satanás - o deus deste mundo - tem tentado a humanidade a seguir o seu orgulho em seu lugar. Satanás define a agenda, o mundo incrédulo a segue e a humanidade continua a ser enganada. Não é à toa que a Bíblia chama a Satanás de um mentiroso (João 8.44:). 1 Timóteo 4.1: ENTRETANTO, o Espírito Santo nos diz claramente que nos últimos tempos, alguns na igreja se desviarão de Cristo tornando-se zelosos seguidores de mestres com ideias de inspiração diabólica. Dando ouvidos espíritos enganadores, e a doutrina demônios conforme explicado acima. Então: O Espírito Santo fala claramente, com a sua autoridade, e, não podemos duvidar dessa advertência explícita para todo cristão quanto ao que o Senhor está dizendo: está claro não havendo necessidade de interpretação. As heresias já estão manifestas em muitas igrejas ditas evangélicas em nossos dias, ou seja, no momento atual da humanidade, em que observamos através da Palavra de Deus várias profecias se cumprindo: leia nos Evangelhos o Sermão da Montanha, como Jesus Cristo nos adverte das condições do mundo nos últimos tempos, nossos tempos. Pelos seus frutos os conhecereis.“... alguns apostatarão...”. Afastar-se do Senhor Deus. Muitos dos “cristãos” de nossos dias professam seguir os caminhos de Cristo, sem importar se estão firmados ou não na Palavra de Deus. Confessam a Cristo, enganando sua comunidade cristã, e com razão podem ser considerados héreges e apóstatas. Vivem da religião como um negócio qualquer. A Fé indica a confiança pessoal em Cristo e a entrega da própria alma aos cuidados de Jesus; logo a política não pode fazer parte de suas convicções espirituais por ser uma realidade mundana. Mas este é o modus operandi de muitos líderes de igrejas evangélicas, e podemos observar tais procedimentos ao vivo e a cores por estas bandas terrenas. Bancada Evangélica: ordenamento do mundo, disciplinando os comportamentos dos indivíduos: ordenamento jurídico. “sic”. “... dando ouvidos a espíritos enganadores...”. Em foco os espíritos malignos – demônios – cujas atividades consistem em enganar aos homens, desviando-lhes a atenção para longe de Cristo. 2 Coríntios 11.13-14: Pois tais homens são falsos apóstolos, pastores, bispos, enganosos, fingindo-se obreiros de Cristo. Isto não é de admirar, pois o próprio Satanás se disfarça de anjo de luz. Portanto, não é surpresa que essas pessoas finjam que são servos da justiça de Deus. O fim deles será o que as suas ações merecem. Ainda: “... ensinos de demônios...”. Os demônios entram em contato com os homens. Muitos deles disputando assuntos espirituais dentro das próprias igrejas evangélicas, com os próprios líderes e pastores, interessados em perverter o Evangelho de Cristo em doutrinas demoníacas – e, como se observa estão tendo sucesso, pois muitos desses pastores estão dando ouvidos a esses espíritos malignos – pois, o próprio Senhor Espírito Santo já se afastou desses cultos heréticos! Observa-se é que são “as grandes igrejas ditas evangélicas” tomando esse rumo maligno. E, suas bancadas de ovelhas não estão prestando atenção? Não. Não é mais Jesus Cristo 1 Timóteo 2.5: o “Senhor pastor” quem está orientando suas vidas! Como? Os demônios pervertem moralmente essa ovelhas e as degradam de modo a tirar-lhes a atenção de Cristo Jesus. Desviando-os para longe de Deus. Pois, como escrito está o resultado dessa tal apostasia. Tudo hoje na religião é “anormal”! É desse modo que surgem os líderes heréticos, em que a maioria deles realmente crê naquilo que ensinam, e, assim falando com “autoridade” convencem a muitas pessoas presentes nas bancadas de seus cultos. Mateus 24.15: E Jesus continuou: - Vocês verão no Lugar Santo “o grande terror” (o anticristo). A grande apostasia, quando o próprio Satanás será adorado na pessoa do anticristo, ao invés de Deus ser adorado na pessoa de Jesus Cristo. 2 Tessalonicenses 2.3: Não deixem que ninguém os engane. Antes daquele dia virá à apostasia e, então, será revelado o homem do pecado (hoje em espírito), o filho da perdição.


Atos 1.6: Em outra ocasião, quando Jesus apareceu a eles, perguntaram: "O Senhor vai libertar Israel de Roma agora e nos restaurar como uma nação independente? ”.A missão da liderança da Igreja é evangelizar, fazer a obra de Deus e não fazer política. Os líderes evangélicos têm que se preocupar em promover o Reino de Deus e não o reino do homem. O que o governo, em qualquer nível, pode fazer pelos cristãos? Só o Senhor Deus pode nos salvar.
O propósito da igreja, dado por Deus, não se encontra em conteúdo político. A nossa missão não reside na mudança da nação através da política, mas numa mudança espiritual através da Palavra de Deus. Quando os cristãos imaginam que o crescimento e a influência de Cristo podem de alguma forma se aliar com a política do governo, eles corrompem a missão da igreja.
1 João 2.15: Deixem de amar este mundo mau e tudo o que ele lhes oferece, pois quando vocês amam estas coisas mostram que realmente não amam a Deus.
Todas as pessoas seguem aquilo que amam; desejamos aquilo que nos agrada; uma pessoa pode aplicar-se aos desejos mundanos, até que a sua alma seja absorvida pelo mundo. O versículo de Colossensses 3.1: é claro a respeito do que falamos: “Já que vocês, por assim dizer, voltaram a viver novamente quando Cristo Se levantou dentre os mortos, ponham agora os seus olhos nos ricos tesouros e alegrias que esperam por vocês no céu, onde Cristo está sentado ao lado de Deus, no lugar de honra e de poder”. Pensai nas realidades celestiais, não as que são aqui da terra; porque morrestes, e a vossa vida está oculta com Cristo, em Deus. As pessoas que são leais a Deus, na realidade são cidadãos de outro mundo. Cristãos, estamos identificados com Cristo Jesus; ora, Cristo está nos lugares celestiais, portanto busquemos em nossa existência terrena ocupar-nos de nossos objetivos espirituais, temos uma jornada à nossa frente, a nossa vida cristã não termina aqui na terra; vamos que o tempo corre! Filipenses 3.14-15: Quanto a mim corro direto para a linha de chegada a fim de conseguir o prêmio da vitória. Esse prêmio é a nova vida para a qual Deus me chamou por meio de Cristo Jesus. Nós que somos espiritualmente maduros devemos ter essa maneira de pensar. A política não é nosso alvo.


Portanto, busquemos os lugares celestiais, repito. Isso produzirá um reflexo em tudo quanto somos e fazemos. Deixemos de lado os interesses pelas coisas terrenas; vivamos para o mundo vindouro fazer parte de nossa existência. O Espírito Santo exerce influência sobre nós, levando-nos a rejeitar as coisas mundanas e o pecado e a viver para a retidão, fazendo a vida de Cristo manifestar-se em nós. NB: Fazemos parte de nova comunidade e vivemos como estrangeiros e peregrinos de passagem por esta terra. 1 Pedro 2.11: Queridos irmãos, vocês são apenas visitantes aqui na terra. Visto que o seu verdadeiro lar está no céu, eu lhes suplico que se afastem dos prazeres malignos deste mundo; eles não são para vocês, pois lutam contra suas próprias almas. Então, o cristianismo, assim sendo, é muito mais que uma nova filosofia de vida. Antes, uma intervenção divina. Pergunto! Isso tem produzido algum bem em tua vida? Essa pergunta pode ser respondida segundo a medida que a intervenção divina tiver se tornado real em sua vida. É manifesto que Deus interveio na história da humanidade através de Cristo. A.C. D.C. Agora, Deus já interveio na sua vida através de Cristo?“... não ameis o mundo...”. O primeiro grande mandamento. Mateus 22.37: Respondeu Jesus: “‘Ame o Senhor, o seu Deus de todo o seu coração, de toda a sua alma e de todo o seu entendimento’. Mas, aquele que diz conhecer o mandamento de forma mecânica, como se diz no automático, e tem seu prazer da vida voltado para as realidades mundanas, torna-se incapaz de amar a Deus. Esses são príncipios contrários e, ninguém pode amar e servir ao mesmo tempo a Deus e ao mundo. Como referência transcrevo 2 Coríntios 4.4: Bíblia Viva Portugues para vossa interpretação do que escrevemos; “Satanás, o deus deste mundo pecaminoso, o fez cego, incapaz de ver a glória do Evangelho que está brilhando sobre ele, ou de compreender a mensagem maravilhosa que pregamos acerca da glória de Cristo, que é Deus. 1 João 5.19: Nós sabemos que somos filhos de Deus e que o resto do mundo todo ao nosso redor está sob o poder e o domínio de Satanás.. Realidades mundanas como definiríamos? Romanos 12.2: Não imitem a conduta e os costumes deste mundo, mas seja, cada um, uma pessoa nova e diferente, mostrando uma sadia renovação em tudo quanto faz e pensa. E assim vocês aprenderão de experiência própria, como os caminhos de Deus realmente satisfazem a vocês. Ainda “... não ameis o mundo...”. Peço a vocês para não generalizar o que o Senhor Deus quer nos fazer entender. Devemos considerar dessa forma! Não estamos falando do mundo físico e a tudo que nele existe: montanhas, mares etc... Vamos sim, apreciar a natureza e tudo que nela existe, e nem abandonarmos as coisas fisicas por si mesmas. Nunca esquecer as várias traduções para Isaías 1.19: Bíblia Viva: Se ao menos vocês Me deixassem ajudar, se ao menos vocês Me obedecessem, poderiam viver, ricos e felizes, na terra. NVI: Se vocês estiverem dispostos a obedecer, comerão os melhores frutos desta terra; NTLH: Se forem humildes e me obedecerem, vocês comerão das coisas boas que a terra produz. Gosto de um bom churrasco.


Ainda: “... o mundo...”. Como entendermos? A referência não é a ordem geral da criação, o “mundo dos universos”. Nem se refere à humanidade, que algumas vezes é chamada também de mundo, pois o próprio Senhor Deus ama esse mundo João 3.16: para a expressão mundo entenda-se, seu uso ético, seus valores morais e suas qualidades espirituais. Ninguém pode amar e servir ao mesmo tempo a Deus e esse mundo de trevas: “o mundo está no Maligno” significando, sob o controle de Satanás; implicando na verdade de que ninguém é capaz de escapar da influência, do assédio do diabo e seus demônios; da tentação e condenação do pecado sem o socorro de Deus; diga-se de passagem, inclusive pastores, bispos, presbíteros e os demais servos de Deus. Portanto, tem que haver nesses cristãos, que estão se dedicando à política, no caso ao mundo, 1 Pedro 5.8: escutarem o alerta do Senhor Deus e se afastarem de “seus fazeres políticos”; percepção espiritual da vontade de Deus para suas vidas, da diferença que há entre os filhos de Deus e os filhos do diabo. Convém, então, meditarmos em João 8.43-47: para entendimento claro da vontade de Deus. Quem tem ouvidos ouça o que o Espírito está dizendo.

Ou uma pessoa pertence a Deus, ou ela pertence ao sistema corrupto e iníquo deste mundo que é dominado por Satanás. O episódio da tentação de Jesus também nos ajuda a compreender a declaração de que o mundo jaz no Maligno. O texto bíblico diz que Satanás mostrou ao Senhor Jesus todos os reinos do mundo. Daí ele disse: “Dar-te-ei todo este poder e a glória desses reinos, porque me foram entregues, e dou-os a quem quero” (Lucas 4:5-7). A tal “Bancada Evangélica” está fazendo parte desse dito de Satanás “e dou-os a quem quero”. Vocês, cristãos, sentados nas bancadas de “suas” igrejas têm que se tocar na real situação delas, se são operadas pelo Espírito de Deus ou pelo espírito do anticristo, filho de Satanás. Acorda, medita em 1 João 4.1-6: Bíblia Viva. Transcrevo o versículo 5: “Estes homens são deste mundo, e portanto muito naturalmente estão preocupados com os assuntos mundanos, e o mundo lhes presta atenção. O alerta está manifesto. O Espírito Santo diz que o amar ao mundo, incapacita o indivíduo para amar verdadeiramente a Deus. Nesse indivíduo, que até se diz “cristão” não habita o amor de Deus. Ele já entregou sua alma a um rei estranho, tornando-se escravo deste último. Deus está apontando para um mundo que se corrompeu com vícios e blasfêmias e a atitudes que desprezam a importância ao Senhor Jesus Cristo.

2 Timóteo 3.16: “ explique a Verdade, condenando o erro, advertindo, instruindo na verdadeira espiritualidade.”.

2 Timóteo 3.15.b: “... Fazendo-te sábio para a salvação, pela fé que há em Cristo Jesus...”.“ Tornar-te sábio”. Como? Sabedoria espiritual! Apoderar-se das promessas feitas em Cristo Jesus, através da Nova Aliança, que nos mostram claramente como é que Deus concede aos homens a salvação, e como ela pode ser recebida: este é o dever espiritual de todo Pastor, Bispo, de todo servo de Deus, e não se meter na politica do mundo! Aqueles que são sábios percebem o significado de tudo isso, tirando benefícios espirituais dessa sabedoria celestial. Manifestar às pessoas o entendimento das mensagens bíblicas, para que o indivíduo se firme sobre ela, permitindo assim que a sua vida seja transformada, produzindo conhecimentos teóricos, doutrinários, prático e místico, bem como experiência espiritual, o que leva um ser humano à Vida Eterna. Pastor se toca, não será nos preceitos da política que você vai dar entendimento espiritual às pessoas que necessitam conhecer a Cristo Jesus. Pense Medite!
2 Timóteo 3.16-17: Toda Escritura é inspirada por Deus, útil para o ensino, para a repreensão, para a correção e para a instrução na justiça, para que o homem de Deus seja apto e plenamente preparado para toda boa obra.”... Util...”. As Escrituras não visam satisfazer a leitura como se fosse “um livro para curiosos”, mas foram escritos para serem aplicados à vida diária de toda pessoa cristã. Nisso é manifesto sua utilidade. “... para repreensão...”. As Escrituras repreendem e corrigem os ensinamentos falsos e seus mestres – ou será que você entende que a política faz parte dos dons espirituais e dos serviços cristãos? Gálatas 6.1: Irmãos, se alguém for surpreendido em algum pecado, vocês, que são espirituais deverão restaurá-lo com mansidão. Cuide-se, porém, para que também não seja tentado. Romanos 16.17-18: Irmãos tomem cuidado com aqueles que causam divisões e colocam obstáculos ao ensino que vocês têm recebido. Afastem-se deles. Pois essas pessoas não estão servindo a Cristo, mas a seus próprios desejos (políticos). Mediante palavras suaves e bajulação, enganam os corações dos ingênuos. 1 Coríntios 5.11-13: Mas agora estou lhes escrevendo que não devem associar-se com qualquer que, dizendo-se irmão, seja imoral, corrupto, idólatra, herege, ladrão etc... Com tais pessoas vocês nem devem comer. Pois, como haveria eu de julgar os de fora da igreja? Não devem vocês julgar os que estão dentro? Deus julgará os de fora. Se afastem desses iníquos. 2 Timóteo 4.1- 5: Portanto pregarei a Palavra de Deus em todos os momentos que tiver oportunidade, quando for conveniente e não me for. Corrigirei, repreenderei, estando todo o tempo alimentando-os pacientemente com a Palavra de Deus. Porque chegou a época das pessoas não darem atenção à Verdade, andando de um lado para outro procurando mestres que lhes digam apenas aquilo que desejam ouvir. Não ouvirão aquilo que a Bíblia diz, mas seguirão alegremente suas próprias idéias desorientadas. Precisamos estar alertas e vigilantes, e, não tenhamos medo de sofrer pelo Senhor Jesus. Levemos outros a Cristo. Não deixe por fazer nada que você deva fazer pelo Reino. Nossos dias são críticos, quando os homens, que já são suficientemente malignos, tornam-se ainda piores. 2 Timóteo 3.8.b: Eles têm uma mente suja, deformada e torcida, e estão se rebelando contra a fé cristã. Na minha qualidade de servo de Deus, estou vigilante ao que acontece no mundo espiritual, de olho no mundo físico, cumprindo-me fazer minha tarefa com a máxima presteza e zelo, sem nunca esperar tranquilidade em meu conflito contra Satanás e seus servos malignos.
Gálatas 6.7-8: Não se enganem: de Deus não se zomba; pois o que o homem semear, isso também colherá. Quem semeia pra sua natureza humana colherá
destruição; mas quem semeia para Cristo do Espírito terá sua vida eterna.