A Palavra de Cristo

Apocalipse 2.11: Aquele que tem ouvidos ouça o que o Espírito Santo diz às pessoas. O vencedor de modo algum sofrerá a Segunda Morte. A primeira morte é biológica & A segunda morte é espiritual. Hebreus 9.27.a: Aos homens está ordenado morrerem uma vez. Jó 14.10: Após a morte Para Onde Iremos?

O homem encontra na morte o fim para todas as esperanças, para todos os projetos, para todos os pensamentos e planos. A cena agitada da qual participava a sua vida, agora não o conhece mais. A sua natureza cedeu lugar incapaz de resistir a esse senhor, a morte, ao qual ele pertence, e que confirma seu direito pleno. Desaparecer do nada? Por quê? Morreu terminou tudo? Esse pensamento humano está certo ou errado? Jó 14.10: Porém, morto o homem, é consumido; sim, rendendo o homem o espírito, então onde está ele? Estará em algum lugar dos Céus? Está em algum mundo dos espíritos, esperando? Não! Ele está morto. Essa era a doutrina de Jó, e esse era o ensino dos patriarcas. Não há nenhum apelo em todo o Pentateuco para que se faça o bem e se evite o mal, por causa de alguma existência no pós-túmulo, onde as contas serão resolvidas. Não há ensino sobre os Céus e sobre o inferno no Pentateuco (a coleção dos cinco primeiros livros do Velho Testamento: Gênesis, Êxodo, Levítico, Números Deuteronômio). A teologia dos Hebreus era deficiente quanto a esse ponto, e porque isso nos surpreenderia? A doutrina cristã veio para anular tal deficiência. Jó 14.11-12: Como as águas se retiram do mar, e o rio se esgota, e fica seco. Assim o homem se deita, e não se levanta; até que não haja mais céus, não acordará nem despertará de seu sono. Enxurradas de água como aqueles rios cheios pelas chuvas, e até os lagos podem secar completamente se nenhuma chuva cair por determinado tempo. A seca põe fim à vida porquanto toda a vida depende da água para sua continuação. Assim acontece ao homem que morre. Ele seca para sempre, não tem fonte de vida em si mesmo. Morre como um leito seco de um rio ou de um lago. Antes havia vida ali, mas a falta de água acabou com tudo. Nenhuma fonte subterrânea vem em seu socorro para reviver-lhe o corpo; nenhuma água secreta dos céus leva-o a viver, em algum estado imaterial. Nenhuma provisão divina de ressurreição reativa os mortos. Jó, um xeique árabe, provavelmente sob a influência da cultura egípcia, por um momento entrou em especulações sobre algum tipo de vida pós-túmulo. Mas é errado cristianizar isso e dizer: “Era assim que Jó realmente se sentia”. É claro, Jó realmente sentia o que declarava do começo ao fim: a morte é o fim para o homem. Havia um sussurro no espírito de Jó; seria o sussurro de Deus? Haverá ainda algum lugar, neste Universo misterioso, um amor que não nos deixa ir embora? Paul Scherer. Nada existiria após a morte, este era o pensamento daquela época.

Jó desviou-se disso por um momento, mais como uma hipótese, um desespero, do que como verdadeira esperança. Jó morreria então se calaria no sepulcro. Jó 14.13: Quem dera que me escondesses na sepultura, e me ocultasses até que a tua ira se fosse; e me pusesses um limite, e te lembrasses de mim! A ira de Deus - no contexto do livro - passaria, enquanto o corpo de Jó ressecaria no sepulcro miserável. As dúvidas de Jó e suas dores físicas inspiraram-no a olhar tímidamente para além do túmulo. Ele obteve um vislumbre de esperança, mas tudo era apenas um tatear espiritual, e não a verdadeira Fé sobre a sobrevivência à morte física. Mas, Jó 14.14: Quando o homem morre, por acaso volta a viver? Essa esperança é que me faz agüentar os sofrimentos desta vida até chegar o dia de passar para aquela vida melhor. Todos os dias de meu combate esperaria até que viesse a minha mudança. Uma leve esperança enviou um raio brilhante pelo caminho cada vez mais largo do futuro. Jó levantou aquela dúvida tão comum ainda aos nossos tempos; quantas pessoas perdem seu destino pelas dúvidas: naquele será? Colocando o “se” como que dependente de algo de alguém, Totalmente demais indefinido: nunca com certeza do que quer do que espera. Muitos estão perdendo sua condição de possuir a eternidade por falta de Fé e, como está escrito em Tiago “não pense tal homem que vai receber avida eterna quando coloca dúvidas no que Deus revela a respeito, a partir do Evangelho de Cristo”. Hebreus 8.6: Mas Cristo, como Ministro do céu, foi recompensado com um trabalho muito mais importante do que os que servem sob as leis antigas, pois o novo acordo - Novo Testamento - que Ele nos oferece da parte de Deus contém promessas superiores. Pelo menos Jó dava-se ao direito de questionar-se a respeito, apesar do Diabo ali presente. “Se um homem morrer tornará a viver”? Mano, todas as dúvidas de Jó representam as mesmas interrogações duma pessoa hoje e, decorridos milhares de dias a pergunta de Jó é assunto das pessoas de alguma maneira, vai depender da direção, do destino que cada um de nós quer dar a si mesmo. Jó tentou acreditar que seus sofrimentos terminariam mediante a morte do corpo terreno, aparecendo em outra vida, sem sofrimentos. E você o que pensas a respeito? Nada a declarar! Jó 14.15: Chamar-me-ias, e eu te responderia, e terias afeto à obra de tuas mãos, mostrando o teu amor por mim. Deus haveria de querer de volta a obra de suas mãos, mas agora sob outra forma. A primeira forma, o corpo físico seria aniquilado pela morte e pelo sepulcro; a segunda forma seria diferente e melhor, em substituição à primeira. Assim, sendo, o Oleiro Celestial receberia de volta Sua obra em forma aperfeiçoada. Ou, pelo menos, essa era a esperança de Jó que está revelada nesses versículos. Ele poderia estar pensando na ressurreição que era ideia comum em algumas culturas daquela época. No presente texto, temos um ótimo toque, porquanto Jó, limitado que estava pela teologia herdada de seus pais, estava cego quanto a esperar algo melhor para além do sepulcro. Em seu desespero, ele avançou para além dos limites impostos pela sua cultura e tentou encontrar consolo em outra ideia, que não fazia parte de seu meio ambiente teológico. De fato, Mano, isso é tudo quanto temos para fazer. Não podemos ficar satisfeitos, tal como Jó, com os limites que temos herdado de nossas igrejas tradicionais; devemos sim, buscar algo diferente, algum bendito suplemento para nossas imposições teológicas. Somente então a teologia fará sentido em nossas vidas. O homem Jó fora desfigurado pelos sofrimentos. Agora surgira em cena a esperança de que, embora a primeira obra tivesse sido desfigurada pela dor e pela morte, outra a substituiria, muito mais gloriosa. Isso aconteceria no tempo determinado, no tempo de Deus, provavelmente aludindo a uma possível ressurreição. Veja leitor como o amor de Deus une o homem físico com o homem espiritual. Esse amor garante o término do plano, a perfeição da obra prima que Deus começou e, finalmente, terminará no homem. A Imortalidade e o Problema do Mal. Com essa especulação, Jó abriu uma janela para o problema do mal. Ainda que os sofrimentos presentes continuem a reter seus elementos obscuros, que nehuma especulação pode fazer desaparecer, um simples olhar para além-túmulo nos leva a encontrar uma nova obra de Deus, informando-nos que o problema do mal será finalmente anulado pela imortalidade. Os sofrimentos humanos, até mesmo os dos inocentes, cedem diante da esperança no além, perante o qual encontraremos cura para todos os males. A fé que Jó aprendeu por um instante foi uma ótima Fé. Para nós, porém, a imortalidade tornou-se ponto fundamental de nossa doutrina cristã, apresentada como certa e indiscutível como veremos.

Hebreus 9.27.a:

E, aos homens está ordenado morrerem uma vez.

“... ordenado morrerem...”. Está estabelecida a maldição que sucedeu devido à queda do pecado. Romanos 5.12: Assim como o pecado entrou no mundo por meio de um só homem, e através do pecado entrou a morte, também a morte se espalhou para todos os homens, porque todos pecaram.

O pecado entrou, trazendo a morte, que é seu resultado natural. Todos os homens morrem; e essa morte simboliza a morte eterna daqueles que rejeitam a Cristo e à sua salvação: a morte reina sobre este mundo. Por Deus foi determinado que os homens morressem apenas uma vez, entrando nas dimensões espirituais, onde serão julgados. Cristo foi homem e morreu. Não voltará à terra para viver e morrer novamente. Cristo morreu, mas, no seu caso, não se seguiu o julgamento, pois Ele se tornou o Juiz de todas as pessoas. A morte física afeta somente o corpo, não sendo o fim da vida duma pessoa e nem de sua consciência. Fato revelado na Bíblia. Lucas 16.23: No hades, ergueu os olhos, estando em tormentos, e viu ao longe a Abraão, e a Lázaro no seu seio. Toda a morte física termina na ressurreição do corpo; porque a morte física é consequência do pecado. Não faça entendimento errado daquilo que Deus determina na sua Palavra. Explico. Observe 2 Coríntios 4.16: Por isso não desfalecemos; mas, ainda que o nosso homem exterior se corrompa, o interior, contudo, se renova de dia em dia. “... Embora os nossos corpos vão morrendo, nosso homem exterior, nosso corpo físico...”. Por isso se diz: Toda a morte física termina na ressurreição do corpo. Porque a morte física é consequência do pecado, e isso é algo que não se pode evitar. 1 Coríntios 15.35: Mas alguém dirá: Como ressuscitarão os mortos? E com que corpo virá? Quem morre? O homem exterior. Quem é o homem exterior? Nosso corpo físico. Como somos conhecidos nesta dimensão terrena. Quem é o homem interior? Nosso ser espiritual. Nosso espírito nossa alma que não morre com a perda do corpo físico. Difícil entender? Então observe 1 Tessalonicenses 4.15-17: tirando suas conclusões. Ainda. A morte física, para o crente, tem uma qualificação especial; é chamada “sono” já que o seu corpo pode ser despertado a qualquer momento, medite Filipenses 3.20: e 1 Tess. 4.14-18: A alma e o espírito vivem independentes da morte do corpo, o qual é descrito como um tabernáculo (tenda), no qual o ”eu” (o ser espiritual duma pessoa) habita, podendo ficar livre para seu destino. Procure comparar com várias versões da Bíblia, em especial com a versão Nova Bíblia Viva e a N.T.L.H., o que está escrito em 2 Coríntios 5.1-9: comparando com 1 Coríntios 15.42-44: e, 2 Pedro 1.13-15: Entenda isto, não estou dizendo que a vossa Bíblia não esteja correta acerca desses assuntos... Espero 1 Coríntios 3.1: estar falando a vocês como a espirituais, não como pessoas ainda dirigidas pela carne. Atente: Por ocasião da morte física do crente, este é vestido de uma casa dos Céus, ficando à espera da ressurreição da sua casa terrestre, e vai imediatamente estar com o Senhor como pode ser visto pelos fatos revelados na Bíblia em 2 Coríntios 5.1-9: e, Filipenses 1.23: e, 2 Pedro 1.14: Então é certo, e muito importante dizer: é o fato de que a morte não é algo difícil e temível; além do que não se pode evitá-la mas, e isso cabe a cada um de nós escolher: continuar existindo. Claro que não vou ser um idiota um estúpido já tendo feito minha escolha aceitando o Senhor Jesus Cristo como meu Senhor e Salvador. 2 Coríntios 5.5: Foi Deus quem me preparou para essa mudança e me deu o Seu Espírito Santo como garantia de tudo o que Ele tem para me dar. E vida após esta minha vida 2 Coríntios 5.2: é dizer que serei revestido de uma nova habitação que é dos Céus. Então, seja como for, a morte física é apensa uma transição, pois na realidade, não há morte! 1 Pedro 2.11.a: Lembre-se: você na condição de cristão está de passagem por este mundo.

Efésios 1.13: A mesma realidade pode acontecer também com você, quando deres ouvidos à verdadeira Mensagem de Cristo, a Boa Notícia que trouxe para todos os homens a grande salvação e, acreditando em Cristo, Deus colocará a sua marca de proprietário, lhe dando o Espírito Santo como Garantia de sua Liberdade. Acredite.

Apocalipse 2.11:

O vencedor de modo algum sofrerá a segunda morte.

“... o vencedor...”. Em cada época haverá vencedores, apesar dos problemas e das diversas crises diferentes que as pessoas tiverem de enfrentar. O vencedor mencionado neste versículo aparece como alguém que não estará sujeito à segunda morte - a espiritual – que não é nenhuma promessa pequena. Benefícios espirituais em todas as sete cartas do livro de Apocalipse, são prometidas aos vencedores, e oferecidas exclusivamente a essas pessoas. Que dizer sobre os restantes? A resposta é clara. Essas bênçãos espirituais não poderão ser conferidas àqueles que não se atiram à batalha, a fim de vencerem. O arrependimento nada será, senão resultar em conversão genuína. A conversão nada será, se não resultar em santificação 2 Tessalonicenses 2.13-17: E na vida cristã, a lealdade a Cristo precisa ser mantida a todo custo, porque, de outra maneira, não poderemos ser transformados em semelhança a Cristo, chegando assim ao estágio superior da glorificação. E, somente os vencedores, e de maneira alguma sofrerão o dano da segunda morte; e, esses é que serão os verdadeiros crentes. Os demais são apenas os espectadores da igreja, que supostamente se converteram, apenas de forma fictícia, imaginam ter algo real em suas vidas. O que se revela aqui é declarado em Apocalipse 20.14-15: E a morte e o inferno foram lançados no lago de fogo. Esta é a segunda morte. E aquele que não foi achado escrito no livro da vida foi lançado no lago de fogo. Apocalipse 21.8: Mas os covardes que deixam de me seguir e voltam atrás, e aqueles que me são infiéis, e os corruptos, e os assassinos, e os imorais, e aqueles que convivem com demônios, e os adoradores de ídolos, os incrédulos, os fornicários, os abomináveis e todos os mentirosos - o destino deles é no Lago que queima com fogo e enxofre. Esta é a Segunda Morte.Naturalmente, tudo isso é símbolo do fracasso em chegar à vida verdadeira que há em Cristo. O indivíduo, cujo destino é ser filho de Deus, tal como o é Jesus, é vir a participar da imagem e natureza Dele, bem como da plenitude de Deus - Efésios 3.19: - o que envolverá aquilo que é próprio ou peculiar do Senhor; participando das qualidades e da maneira de ser de Deus, envolvendo sua natureza. E, isto não tem preço; não há justificativa para o homem desistir de fazer acontecer o que está determinado a fazer pro seu destino. Ezequiel 18.23: Rejeitar a existência por quê! Qual será o discurso pra deixar pra trás tamanho benefício? Continuar a viver é o que uma pessoa mais deseja e muitos pagariam pra tal situação, que Deus, O Criador, oferece gratuitamente! Mas, o direito de escolha é da própria pessoa. Quem fica aquém desse destino está morto, sem importar o que mais Deus tenha para ele. Redizendo. Todos os homens, cujo destino é habitar nos lugares celestiais, glorificados em Cristo, estão mortos (espiritualmente, a segunda morte), se não chegarem a esse objetivo e, sua vida se limitou a esta dimensão terrena; terá perdido aquela exaltadíssima forma de vida que lhes foi oferecida, já que a rejeitaram. Penso que ficou claro que a segunda morte segue-se à primeira morte, que é a morte do corpo físico. A primeira morte, a física, não prejudica realmente ao crente. A morte não mata. A segunda morte, a morte espiritual não exercerá qualquer domínio sobre ele.

Obs. Fonte de estudos: A Bíblia a Palavra de Deus. A orientação do Espírito Santo. A essência desta mensagem foi recolhida dos escritos de R.N. Champlin, reordenadas, dispostos como se apresentam, porém seria uma injustiça de minha parte alterar seus significados, tendo em vista que foram escritas 2 Pedro 1.20-21: por mãos divinamente inspiradas.